sábado, 13 de novembro de 2010

Poema nº 29

"cabeça vazia
esvazia o papel

"É, Só eu sei..."

Eu só podia ter te amado!
E agora eu percebi. Não é porque você me pediu aquelas tantas vezes para namorarmos, porque eu esqueci que a gente tinha ficado e não quis te beijar no dia seguinte, ou porque você foi a minha primeira foda, ou porque a gente se acostumou uma com a outra, ou porque eu adotei parte dos seus vícios malucos de mim.
Neste exato momento, eu dei risada. É claro que eu mais do que me apaixonei. Amei.
E o pior é que ninguém mais terá o beijo que você tinha. Ninguém mais me terá como você tinha.
Não vou gostar tanto de alguém, não vou gostar tanto de sentir o cheiro, de sentir o peito, o beijo, quanto gostei dos seus. Não quero amar novamente... Quero apenas me apaixonar o suficiente para achar que sinto algo como você de novo.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Que dá, que dão, que dei, que deu.

- São sentimentos. Esses que dão, assim, de repente, sem explicar, e arrebatam, deixando rastros (ou não) assim que deixam sua hospedeira.
- Engraçado esse termo: Hospedeira. Quer dizer que sentimentos são como vírus?

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Sozinho?

Gente, por quê? Me digam, por quê quem fala sozinho, quase nunca está de fato, falando sozinho??

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A outra (desilusão)

Das muitas paixões que tenho, algumas são mais duradouras.
Dessas mais duradouras, algumas são mais inconstantes e controladoras.

Desilusão

Outro dia, li um post de uma colega de Santos que contava como ela descobriu que amava um idiota, e que achava que isso nunca aconteceria com ela, mas aconteceu, e ele era, realmente, um idiota...
confesso: Quando li, disse o mesmo. "Isso nunca aconteceu comigo. Acho que nunca acontecerá."

Relaxei. passei a fazer as outras coisas da minha vida e, depois de alguns dias, mal lembrava do post, do idiota, ou da menina que não queria fazer papel de boba.