E então perdemos o tudo que nos pertence. Não. Não perdemos; Fomos expropriados, afanados, assaltados à mãos armadas. E nossas mãos mãos estavam vazias. Vazias de escudos, só tínhamos a inocência.
E hoje não temos nada. Só amargura, um vazio.
domingo, 9 de dezembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
Cálculo simples
Na matemática de amores, "X está para Y, como sapato está para formiga. Sendo X uma paradinha qual não quero falar e Y uma situação qual eu não quero nem mais pensar sobre."
Do poder e posse
O que é meu, o que é teu, o que é nosso, e o que não pertence a nada.
Como posso deixar ser, ou restringir? Como posso dominar, ou libertar?
Se não pode parar em minhas mãos, mas sim escorrer, livre e efêmero como é?! Como posso fechar entre os dedos, feito cárcere, o que está planando, ou transitando, livre, sem poder (antifucaultianamente, há de se destacar), sem posse e sem domínio?!
Como posso deixar ser, ou restringir? Como posso dominar, ou libertar?
Se não pode parar em minhas mãos, mas sim escorrer, livre e efêmero como é?! Como posso fechar entre os dedos, feito cárcere, o que está planando, ou transitando, livre, sem poder (antifucaultianamente, há de se destacar), sem posse e sem domínio?!
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Prioridades
Odeio quando eu escrevo, deixo no ctr+c, e quando vou colar aqui, percebo que eu o substituí por um link qualquer da Nana Gouveia e seu book sensual nos ecombros do furacão Sandy.
sábado, 27 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
sábado, 6 de outubro de 2012
O amor não é suficiente
É triste perceber isso. Estou passando pela segunda vez por um relacionamento onde são tantas coisas estranhas a acontecer, tantas provas de que não basta você amar. Amar faz a gente se auto-flagelas. Permanecer se sentindo mal.
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